quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Parabéns Bruninho!!!


Pequeno, neste 29/09/2010 você completou o 2o aninho de vida. Cheio de energia, graça, personalidade. Nasceu magricelo, mas sempre ansioso por comida. Chamávamos você de "pica-pau", pq com dias de vida já tinha força no pescocinho, "batendo o bico" para procurar comida no que vc hoje chama de "PePeTo". Rapidamente ganhou peso e hoje é esse trocinho troncudinho. Companheirinho de mesa, não pode ver um tira-gosto que tá colado. Come até salgadinho de pimentinha.... Q figurinha! Indo pra escolinha, soltou a língua, entende TUDO e fala quase tudo, no seu idioma. Olhos claros (de tanto mamãe rezar por isso!), cabelos lisos, sorriso fácil, cativante, tu vai dar trabalho moleque... rsrsrsrs!


Filho, muito antes de você nascer ficávamos imaginandos como seria "o segundo". Nasceu tão parecido fisicamente (hoje ainda muitos acham) com Andrei, mas a personalidade é bem diferente. É impossível imaginar nossa vida sem vocês dois (apesar de darem um trabalhão). Nada faria sentido. Quando vocês nascem a vida ganha resignificado, e vocês renascem diariamente, pois é sempre um aprendizado, uma novidade, uma descoberta.

No nosso pódio só tem um local. O 1o. E vocês estão sempre lá. Em nosso time, vocês são eternos campeões.


Bruninho, neste seu dia só queremos te desejar um futuro brilhante. Que você viva intensamente cada etapa da sua vida e cresça forte de corpo e mente. Que tenha caráter, espalhe alegria, seja um homem de bem. Obrigado por ter nos escolhido como pais e irmão (falo por Dedei também). Temos muita sorte de fazer parte da sua vida. Te amamos.

domingo, 6 de junho de 2010

Eua Trip 2010 - Los Angeles

Esse ano não da para blogar com textos elaborados, como fizemos na trip passada. Além de tomar muito tempo, desta vez não temos o U2 como tema central. Então, vai um resumo do resumo do que estamos fazendo e o slideshow para algumas fotos.

No primeiro dia fomos para Pasadena. Conhecemos o lindissimo Huntington Garden e formos a Old Pasadena.



No segundo dia, já na companhia de Bob e Sheila, fizemos um tour de 2 horas por Hollywood, incluindo o famoso letreiro, Bervely Hills (casa das celebridades), Rodeo Drive (lojas de griffe). Depois fomos de carro ao bonito centro de L.A.



O terceiro dia foi dedicado inteiramente ao parque da Universal. À noite um passeio na Hollywoord Boulevard, com fotos no Chinese Theater (onde ficam as maos e pes dos astros gravados no cimento) e Kodak Theater (onde acontece o Oscar). O jantar foi no restaurante italiano mais antigo da cidade, o Miceli's. Isso foi na máquina de Bob, portanto ainda não fiz o upload.



No quarto dia tomamos a direção de Santa Monica, passamos por Venice e Long Beach até chegar em Anaheim, de onde estou postando (graças ao Priceline.com estamos no Hilton por uma bagatela! Ainda ponguei numa rede wireless grátis, de um conferencia que está tendo aqui...). É onde seria o 1o show do U2 (ainda dá uma pontinha de tristeza...). Amanha é dia de parque Disney e diversão garantida!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

NÓS

Eu
Cara durão
Lado sensível?
Acho que não

Tu
Menina mimada
Voz de gatinha
Guria assanhada

Ele
Rapaz responsável
Pra lá de querido
E muito amável

Nós
Galera unida
Pra toda vida
Inseparável

quarta-feira, 10 de março de 2010

O Tempo

Amigo ou
Inimigo
Carrasco ou
Aliado
O certo
É que o Tempo
Passa tão rápido
Que não dá Tempo
De perceber
Que o Futuro
Já é Presente
E que o Presente
Já é Passado

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Larissa

22 de janeiro de 1992. Aniversário de Larissa, 1 dia após o resultado do vestibular. Ambos passamos. Fui com o amigo Sérgio Gordinho no velho "fuca"para o bonfim. Ambos carecas e ainda ressaqueados da farra homérica comemorativa do dia anterior. Cerca de um mês antes eu e ela tivemos uma "ficada" na festa do 3o ano no clube espanhol. Desde então apenas nos víamos nas aulas de revisão/recuperação e trocávamos telefonema. Beijo, ..., nada.

No final da festa, do lado de fora da casa (e junto do pai dela!), foi quando tive coragem de dar-lhe um beijo. Alguns meses depois convencionamos 22/01/1992 como o marco inicial da nossa estória juntos.

22 de janeiro de 2010. Com uma família linda, completamos hoje metade da nossa vida juntos. Muitas estórias, alegrias, aventuras (a U2 trip que o diga!), algumas tristezas/desencontros/brigas (faz parte, nos ajudou a crescer), carinho, cumplicidade, crescimento conjunto, ..., amor. Sinto que estamos mais fortes e maduro juntos, conseguindo renovar periodicamente nosso sentimento.

Minha pequena, PARABÉNS e obrigado por tudo o que você é em nossas vidas. Eu e os meninos te amamos muito. Quero pelo menos mais 36 anos felizes ao seu lado.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

U2 EUA TRIP - PHILADELPHIA, NEW YORK E - FINALMENTE - BRASIL!


Não é fácil blogar sobre uma viagem em tempo real. Definitivamente. Os posts vão se acumulando e quando a gente volta a vida real o dia a dia nos consome. Há quase 2 meses retornamos da viagem das nossas vidas e eu ainda não consegui fazer o post final. Agora, num avião para Brasília, assistindo os filmes do ultimo show, acho que vou conseguir.

Na 6a-feira após o show de Charlottesville tinhamos até 1 da tarde para fazer o checkout do Sleep Inn. Acordamos tarde e na recepção reservei o Hotel na Philadelphia, nosso próximo destino. Graças ao Priceline.com e a um pouco de sorte, achamos um Comfort Inn em pleno centro da cidade, por US$58 + taxa, o quarto. Na saída, uma passada rápida na BestBuy mais perto, para manutenção da taxa de comprismo. Sarlof comporou mais acessórios para seu PlayStation. Encontramos 2 brasileiros, um deles (Igor, se não me engano) morava em Charlottesville e compartilhava da nossa preferência (em vários aspectos) por Washington a New York. Estrada, nossa GPS no guiava. Paramos para comer num Mall pelo caminho e vimos uma verdadeira pérola escondida. Uma "cantinazinha" italiana, com decoração aconchegante, excelente pizza e saborosa sobremesa. Na saída , uma norte americana percebeu que eu era brasileiro (por causa da camiseta do Bahia, sei lá) e me cumprimentou pelo Rio de Janeiro ter ganho a sede das Olimpíadas de 2016. Ela era de Chicago, a concorrente. Orgulho, barriga cheia, pista.

Chegamos na Philadelphia umas 8 da noite. Direto ao centro, e de longe já temos a vista do City Hall bem ao meio, predio antigo e bonito. Depois de algumas brigas com a GPS ("ela" ainda não tinha encontrado o destino preciso) e discussões entre mim e Sarlof, chegamos, estacionamos e descarregamos o monte de malas recheadas de comprismo. Conseguimos alugar um frigobar por $10 para botar as cervejas que compramos em Washington e ainda não haviamos conseguido derrubar. Depois de um planejamento ágil, resolvemos andar para a região mais movimentada, usando o mapinha e as dicas que peguei na recepção. Passamos por um caminho meio deserto, porém 15 minutos depois já estávamos tendo uma amostra da movimentação e descontração de Philly.

De U2 EUA TRIP - PHILADELPHIA - 1st PART

Procurávamos algo para comer e beber, nesta ordem, quando Larissa vista uma "portinha" com um cara simpático à frente escrito "Belgian Tavern - Beer Haven". Meu coração disparou! Estava decidido. O lugar era mesmo o paraíso da cerveja, com dezenas de tipos de todos os teores alcóolicos, sabores e locais do mundo. Erin, nosso atendente, nos dava algumas dicas e começamos a brincadeira. Eu e Bob bebemos a Pirate, uns 10% de alcool. Larissa preferira a tradicional e deliciosa Duvel. A partir dai foi um festival etílico (de cervejas escuras e tradicionais, até umas com gosto de Salompas Gel ou Framboesa) e gastronomico (boas carnes com fritas e provolone, além do tipico mexilhões ao molho de cerveja, dica de Erin). Larissa pediu uma rodada de água para segurar nossa onda. Sarlof fez uma série muito engraçada de filmagens onde quase nada se vê, mas, segundo ele, "o que importa é o ááááááuuuudiooooo". Na hora de sair deixamos nosso bilhete no caixão ao lado do banheiro, onde tem um esqueleto e uma série de tranqueiras (principalmente bilhetes e cartões de visita) deixadas pelos visitantes. No andar de baixo tirávamos varias fotos da decoração quando conhecemos três figuraças. Os caras eram belgas que estavam ali de férias, enchendo a cara. Eles tinham até "Bob" deles: Rud, que tranquilamente curtia sua bebedeira sentado do lado de fora. Que noite! Como filmamos na saída, a viajem podia acabar ali. No quarto ainda bebemos uma cerveja só para justificar o aluguel do frigobar e fomos dormir.

Dia seguinte fizemos uma sessão de Fast Turismo, passando de carro pelos principais pontos do centro. Nossa unica parada foi no Museu de Arte, local da famosa cena da escadaria do filme Rocky, onde também tem uma estátua do fictício pugilista. É claro que tiramos as fotos tipicas de turista, ao lado da estátua e no topo da escada (de braços para cima, lógico), mas nada se compara a impagável filmagem de Sarlof Balboa, subindo as escadas correndo do mesmo jeito que o pugilista. Essa merece edição e vai para o YouTube. Na saída, na Benjamin Frankling Parkway (onde tem uma fonte de água cor de rosa, que Sarlof Becket não sei por que adorou) procuramos ansiosamente - dentre tantas - a nossa bandeira brasileira. Para nossa surpresa a parte azul estava toda branca. Ficamos indignados, dissemos até que procuraríamos a embaixada. Nada fizemos. A bandeira ainda deve estar lá do mesmo jeito. Enfim, a passagem pela Philadelphia foi rápida e intensa, mas deixou saldade. Um dia voltaremos com mais tempo.

De U2 EUA TRIP - PHILADELPHIA - 2nd Part

Chegamos em Manhattam de carro, no final da tarde. Coincidentemente no CD o U2 cantava New York, New York (um MP3 de uma gravação ao vivo, que consegui com um amigo). Estacionamos perto do antigo World Trade Center. Fomos comprar o que faltava de eletronicos e depois retornamos a Times Square, para uma ultima volta. Desta vez fomos na loja da M&M, pois Larissa não sossegaria. O "aljantar" foi no Texas BBC (eu disse a Sarlof, "eu entro com a barba, você com o resto"). Muita comida (gordurosa, é verdade) e cerveja Stella Artois. Eu já estava bem morto de cansado. Fomos para o hotel (esqueci de dizer, mas também reservei via Internet, na recepção do Comfort Inn de Philly), desta vez um Marriot super novinho, proximo ao aeroporto de LaGuardia. Deixamos para os funcionários nossas cervejas não consumidas. Dia seguinte arrumamos a bagagem e demos uma passada na Toy Rus, gigante loja de brinquedos ao lado do Marriot (comprei uma guitarrinha bala para meu sobrinho) e tomamos o rumo do Brasil. Felizes, realizados e cansados, chegamos em casa. Saudades do nosso lar. Eu e Larissa mortos de vontade de ver os meninos. Aí foi sessão de abrir presentes e contar um pouco da nossa aventura.

A nossa cobertura da viagem fica por aqui. Deu trabalho, mas valeu a pena. No futuro, nossos filhos e netos terão a sua disposição esses registros que agora ficam para a eternidade. Obrigado a você que acompanhou, se divertiu e, até, se emocionou junto conosco. Em junho de 2010 estaremos em Anaheim, pertinho de Los Angeles, para mais um show da nossa banda preferida. Depois esticaremos para Las Vegas. Bora?

terça-feira, 13 de outubro de 2009

U2 EUA TRIP - O SHOW em Charlottesville - a 3a visão - parte 2



Por volta das 17h o acesso ao Scott Stadium estava bem tranquilo, até chegar a uns 500m (segundo "nossa" GPS) antes do estádio, quando começávamos a ver carros estacionando e alguns flanelinhas (sim, eles também tem isso) apontando opções. Observei um adolescente com um papelão escrito "Parking $20" e uma seta a direita. Resolvemos arriscar (eu ja sabia que essa brincadeira não sairia por menos de 20 doleta) e segui a seta, subindo uma ladeirinha. Na frente de uma casa, outro jovem sentado tranquilamente com seu Macintosh aguardava novos clientes (impossível imaginar uma cena dessa no Brasil, né?). Paramos na frente da garagem. Conversei um pouco com o rapaz, que aproveitava o show do U2 para fazer uma graninha. Na área disponível daria para parar uns 6, 7 carros. US$140 dariam para fazer uma boa farra.

O estádio era como imaginávamos. Pequeno, um entorno tranquilo. Engraçado é que o nele tem uma abertura,, de onde dava para ver o palco perfeitamente. Num gramado em frente, algumas pessoas já se acomodavam para assitir a melhor banda do mundo de camarote, e de graça! Pegar o ingresssos no Will Call foi fácil e rápido. Vender o ingresso excedente que tínhamos, impraticável (virou souvenir de $250, para servir de auto-flagelação à nossa amiga desistente). Comprar uma cerveja, impossível! Ainda do lado de fora, compramos nossas camisas oficiais do show em Charlottesville ($40 cada, preço padrão) e resolvemos entrar.

Nossa localização era muito privilegiada, para ficar perfeita podia ser um pouquinho mais para a esquerda (pegaria uma visão mais de frente), mas não tínhamos do que reclamar. Sentamos na seção 122, fileira J, cadeiras 1 a 3. As pessoas iam chegando, muitas com comida (Domino's Pizza, Hamburger, Hot Dog, Fritas, só tranqueira) e refrigerante. O cheiro e a fumaça das frituras se espalhava pelo estádio. De vez em quando até nos confundíamos com os efeitos de gelo seco do show, hehehe. No alcool inside Stadium. Putz! Teríamos que assistir ao show totalmente "de cara". Fazia um friozinho, todos de casaco e Sarlof, o presepeiro, de cachecol e luvas. Ô viadagem!

Finalmente conseguimos assitir ao show inteiro da Muse. Foram só 45 minutos, mas que agradaram bastante. Percebemos que o público local, formado em boa parte por estudantes da Universidade da Virgínia, curtia bastante a banda e conhecia as músicas. O baterista da banda se parece muito com o Salsisha do Scooby Doo. O vocalista lembra o do Radio Head, da mesma forma que o estilo musical. (Bob já baixou e me passou as músicas da banda, mas ainda não escutei...). Perto das 21 horas o estádio já estava bem bais cheio e o palco se preparava para receber os 4 U2 guys.

Expectativa, uma bela lua cheia, as luzes do estádio se apagam e pela 3a e última vez nessa turnê ouvíamos a musiquinha que precede o show e o relógio girando no telão. Nem começava e já dava saudade! Pudemos vê-os entrar pelo fundo do palco, a platéia em delírio. Eles estavam especialmente animados, muito à vontade. O show começava com Breathe, mas pouco depois perceberíamos uma mudanca legal na ordem das canções, comparando com os 2 concertos anteriores. Na hora de se apresentarem, Bono falou como se eles fossem colegas de Faculdade, Adam era o amigo das Cheers Leaders, The Edge era o Nerd que havia sido salvo pela música, Larry era o líder do grupo e Bono era o relações públicas, um Gentleman. Visivelmente ele, e nós todos é claro, estavam se divertindo muito. Tocar numa cidade universitária tem seu encanto. O publico permaneceu em pé e vibrando o show inteiro. Dos 2 show, aquela era a melhor audiência sem a menor dúvida.

Tiramos muitas fotos e fizemos ótimas filmagens. Destaque mais uma vez para "I'll go Crazy" em remix, quando filmei Bob e Larissa e me controlei para não pular muito e tremer demais a câmera. Em "Where The Streets Have No Name" Larissa assumiu a direção enquanto eu e Sarlof fazíamos a maior algazarra segurando a camisa do Brasil. Destaque impagável para uma mulher que aparece atrás de mim com um cara-nada-feliz-de-poucos-amigos, torcendo o nariz para nossa atitude-latino-americana-exagerada. Ah, muité, vai se f! Tá num show de Rock é para isso. Se não tá gostando vai assistir uma ópera no teatro! Não estávamos nem aí para ela nem pra p. nenhuma! Era nosso 3o show, curtiríamos cada minuto, isso é que importava. Sarlof Babenco gravou With Or Without You, a música que o deixa reflexivo e emocionado. Dá até para ouvir ele cantando o coro "super afinado". Ah, tomei emprestada de Larissa a música Walk On e tive nela o meu Tears Moment. Na homenagem a Aung San Suu Kyi, quando as pessoas entram usando sua máscara, vem por último e mais afastada uma mulher com uma deficiência física na perna. Me emocionei com aquele singelo exemplo de coragem e perseveranca, pensei em meus filhos, amigos, família. Fechei os olhos e agradeci a Deus por sermos todos felizes e perfeitos, dentro das nossas imperfeições. Fechei os olhos e chorei. Larissa ainda gravou o final da música e me pega de relance enxugando as lágrimas. É tão bom deixar a emoção chegar nesse nível e extravasar... a gente se sente mais leve. E isso acontecer num cenário desse tipo é uma dádiva.

Enfim, o show foi todo, todo, todo sensacional. Ainda ficamos um tempo, tiramos mais fotos, encontramos duas amigas brasileiras que moram em Washington. Uma tinha dado o show à outra de presente, ê amigona! Na saída, fotografamos o palco vazio e branco, demos a última olhada e seguimos nosso rumo.

Pegamos o carro com os adolescentes animados com a grana que fizeram (e talvez com a cana que tomaram, assim suponho). Charlottesvile estava travada. Engarrafamento para todo o lado. Brincamos que os policiais tinham feito curso por correspondencia com a nossa SET (hoje Transalvador). Tomamos a direção contrária à indicada por Sarlofa. Por acaso fomos parar nos bares frequentados pelos jovens universitários, onde rolam as baladas. O máximo que conseguimos aquela altura foi parar numa loja de rango 24h (avistada por Sarlof em pleno engarrafamento, ele soltou enquanto segui e parei numa rua à frente pagando 5 doleta de estacionamento), comprar sanduíche misto frio e chocolate quente, comer dentro do carro mesmo e voltar para nossa suíte presidencial do Holiday Inn. Walk on, stay safe tonight.

A 3a visão se concretizara de maneira espetacular. Dia seguinte, a Philadelphia nos esperava.