quinta-feira, 24 de setembro de 2009

U2 EUA TRIP - Nacionalidades, Pechinchas e o 1o Show no Giants (1a parte)

Chegamos em New York 9:30 da manhã, eu no JFK Airport, Larissa e Bob no LaGuardia. Peguei um Shuttle pagando US$15 (2 de "tip"; quando a gente não dá gorjeta eles ficam bravos!). Do LaGuardia, a primeira história pitoresca. Pegamos um Táxi com um indiano que falava um inglês mais do que embolado. Ele abriu um livrinho com os trechos e taxas. Queria nos cobrar $72 para ir ao Holiday Inn, em Fort Lee - New Jersey, logo depois da George Washington Bridge que liga com a parte norte de Manhattan. Eu tinha feito uma pesquisa usando o World Taximeter e vi que pela distância isso não daria mais de $40. Perguntei porque ele não ligava o taxímetro. Saímos do táxi. Conversa vai e vem, agora já envolvendo um fiscal, eles nos explicaram que atravessando a ponte cruzamos a fonteira inter-estadual, então a tarifa dobra. Solução? Combinamos de ir no taxímetro e ele nos deixar antes da ponte (e ele ainda nos disse "Good idea"!). Pagamos $30, incluindo $2.50 da famigerada Tip. Como atravessar a ponte, agora?

Andamos 1 quarteirão e vimos uns mini-ônibus. US$2 cada um (era #1.25, mas o cara alegou que as malas estavam ocupando lugar). Uma discussão danada entre o motorista e o fiscal (ambos pareciam mexicanos) que estava do lado de fora (numa língua enrolada danada, misturando castelhano, inglês ou outra coisa qualquer ininteligível, talvez um dialeto local de imigrantes) , porque a gente queria ir até o Hotel e o buzu parava antes. Dissemos que tudo bem, pegaríamos um taxi do outro lado, mas o fiscal invocou e queria que a gente saísse. Uma senhora atrás de mim tentou nos explicar a confusão; dissemos a ela que queríamos atravessar. Ela interveio e assim seguimos. Ela era uma cubana que foi mora nos EUA há 42 anos (desde os 10) e nunca mais voltou lá. "Enquanto Castro estiver vivo, não volto. Ele é o demônio". Contei a ela do nosso querido ACM e conversamos que o Diabo não quer concorrência aceitando esses caras por lá. Ela nos sugeriu ficar espertos em NYC quanto a gente querendo nos enrolar. Contamos a ela com o ocorrido no Taxi. Ela sorriu e disse "Beautiful! You're prepared to visit New York". Nossas pesquisas internéticas deram resultados. Já do outro lado pegamos outro táxi com um cara, segundo Bob, WASP (White Anglo-Saxon and Protestant). Caladão, nos deixou na porta do hotel por $10. Custo total de transporte LGA -> Hotel para 3 pessoas: $46.

Nossa peregrinação. View Larger Map

Chegamos ao hotel cerca de 12:30. O check-in começava as 15. Demos uma chorada no ouvido do recepcionista. Alfredo, um simpático rapaz originário da República Dominicana, se sensibilizou com nossa situação (quase 24 hora em trânsito) e nos deixou entrar mais cedo. Quando soube que éramos brasileiros ele disse já ter experimentado comida brasileira: coxinha de galinha e guaraná. Falamos para ela da nossa moqueca. Da próxima vez ele experimenta. Quartos grandes, limpos e confortáveis! Depois de um bom banho, almoço que pedimos por telefone (Alfredo nos salvou de novo, comemos massa, frango e almôndega, $22 no total) e uma rápida cochilada, show do U2! Como chegar até o Giants? Pesquisas na internet do computador do hotel (uma carroça toda bichada usando Windows XP). Desistimos. Táxi. Alfreeedoooo! Ligaram para a SamSung Limo. Fomos ao Giants no maior carrão com um motorista sul-coreano pagando $40 ($35 da taxa, $2 de pedágio e a tal da Tip). Agora a nova fase, pegar os ingressos comprados no eBay com 2 pessoas quem nem sequer sabíamos o nome. Ao nosso favor a Camisa Amarela do Brasil, a senha para encontrarem a gente na frente do Will Call Office, local de entrega de ingressos comprados pela Web no Ticketmaster.

Era certa de 16:50 quando chegamos no portão D. Supostamente 2 ingressos estariam no Will Call (Gate D). Perguntei e... nada. Rodei, rodei, rodamos, ..., ninguém. Perguntei de novo expliquei a situação. Resposta: Não intermediamos troca de ingressos. Fudeu, pensamos. Internet. Onde? Lembrei de Renê, um brasileiro que estava na tenda de exposição do BlackBerry (patrocinador oficial da turnê). Usei um deles (bem legal por sinal) para tentar contactar o cara que vendeu. Nada.... até que enfim aparece um cara e pergunta se eu tinha comprado ingressos de Kevin Avera (era um amigo dele, que participava da missão de me encontrar!) O nick era avera13 então sorri e disse: "Finally!". Fomos ao encontro dele (um norte-americano típico, altão, meio galego e branquelo-mas-vermelho-de-sol) e, 2/3 dos problemas resolvidos.

O ingressos de Bob viria duma mulher de nick purplestar17. Tentamos ligar várias vezes para o número passado por e-mail. Nada. Descobri depois de um tempão que estava faltado colocar o codigo do país. As 17:30 ela atende dizendo que estava a caminho e chegaria em 25 minutos. 50 se passaram e, nada. Ligávamos várias vezes, não mais atendia. Finalmente quase 19h conseguimos falar. A miserável já estava lá dentro. E no Portão B. Corremos para lá, ela saiu (de Purple Star não tinha nada, a gordinha feiosa. Bob tava mais do que puto com a muié e a xingou de tudo que foi nome, sem ela saber, claro).
19:15, Ingressos na mão, show do Muse começando e... bico seco. Nenhuma cerveja em solo americano até então. O Muse podia esperar, precisávamos relaxar. Atravessamos uma ponte que parecia ligar a um shopping. Depois da paletada monstra o suposto shopping era um complexo esportivo que estava fechado. Nada de beer. Voltamos tudo, de bico seco. Compramos 3 águas a $3 cada (eita roubo) numa barraquinha da Coca-cola, na frente da nossa entrada (se fosse no Brasil, o entorno do local estaria cheio de cambista, churrasquinho de gato, isopor de cerveja/refri/ágil, vendedores de camisas/souvenirs"genéricos". Nos EUA é a maior monotonia...). Bom, estávamos prontos.

Hora do Show!
(continua no próximo post)


terça-feira, 22 de setembro de 2009

U2 EUA TRIP - Os preparativos

Foi em meados de abril que tomamos conhecimento do início da U2 360 Tour. Ficamos doidos! Eu, Larissa, Bob (que tínhamos ido ao 2o dia de show do Vertigo Tour em Sampa, em 2006), Cláudio (que tinha ido no 1o dia) e Vanuska (sua esposa). No site oficial da TicketMaster procuramos ingressos no Canadá, nossa 1a opção, mas já estavam esgotados. Váááárias outras opções nos EUA e Europa. Os homens preferiam a Alemanha, mais especificamente em Gelsenkirchen (em 03/08), pois Cláudio tem grandes amigos por lá. Para mim a atração adicional seria beber os mais diferentes tipos de Cerveja da região, além de ter outros shows legais na mesma época (ex: Living Colour, na Holanda, por uns US$60). As mulheres estavam preferindo Nova Iorque, adivinha por que? Claro, Compras.

Ir aos EUA só para ficar em NYC (que nenhum de nós conhecia ainda) e assistir a 1 show do U2 nos parecia pouco (Na Virgínia eu e Larissa descobrimos Charlottesville, cidade simpática, estádio pequeno, com muitos ingressos disponíveis em local privilegiado - queríamos ficar perto da banda, lembra do pacto pós show de Sampa que escrevi no post 1?). Olhando a agenda de shows nos EUA, em uma reunião num domingo à noite, finalmente vimos A LUZ!

Por que não alugamos um carro e seguimos os caras pelos EUA? Shows em New York, Washington, Charlottesville, passagens opcionais por Philadélphia e/ou Baltimore. Todos os olhos brilharam! Estava decidido. Montamos um roteiro de 12 dias, compramos os ingressos de Charlotte (a US$250, na arquibancada inferior, ao lado do palco, pertinho da Red Zone) e Washington (este a US$30, ao lado do palco porém lá no alto. Só queremos é estar lá dentro!) e desde então começamos uma busca incansável por bons preços de passagem, hospedagem e aluguel de carro.

Temos conseguido peripécias incríveis, que em breve merecerão um post exclusivo para explicar as dicas. Passagens ida e volta a R$1385 (isso mesmo, REAIS); hospedagem em Holiday Inn 3 estrelas pagando a diária do quarto duplo US$70 em New Jersey, pertinho de Manhatan, a US$50 a 13 milhas do centro de Washington e a US$80 o quarto triplo num confortável chalé em Charlottesville; Aluguel de carro compacto a US$261 a semana (domingo a domingo) com seguro completo incluído. Estamos ficando especialistas em barganhas, mas mantendo o conforto! ;-D

De abril para cá nosso grupo inicial de 6 pessoas reduziu à metade. O casal Claudio e Vanuska teve problemas com agendamento de férias com o sócio dela. Uma amiga de Larissa, que chegou a comprar ingressos de 2 shows, também pulou fora alegando despesas com um novo apartamento. Longe de mim jogar praga em alguém, mas tenho a leve impressão que eles vão se arrepender. Curtiremos por eles.

A parte turística ficou mais com minha esposa. Consegui também umas dicas com um casal de amigos que recentemente morou nos EUA durante um ano. Melhor do que mostrar os planos (tudo pode mudar no decorrer da viagem) é ir contando (e mostrando as fotos!) as nossas experiências reais. Isso pretendo fazer por aqui neste blog, com o intuito principal de compartilhar essa VIAGEM com nossos amigos e outros fãs do U2. Como consequencia acho que teremos aqui algumas dicas de viagem para esta região dos EUA.

Mas... eu vinha falando em 3 show, mas só citei a compra de ingressos em 2 cidades. Nesses locais conseguimos pelo site oficial, mas falta o show de Nova Iorque. Tem muitos sites de compra e venda de ingresso (assunto para outro post), mas os valores estavam meio salgados. Não queremos ficar na arquibancada, lá em cima, como em Washington. Assim daria para pagar uns US$40. Queremos ficar é na PISTA! Para sorte nossa o show da 6a-feira, 25/09, foi transferido para a 4a, 23/09. Acho que isso fez os preços caírem e muita gente quis vender. Resultado: No eBay consegui 2 ingressos General Admission a US$132.50. Depois consegui mais um a US$90. Se tudo der certo (e dará!) estaremos em pleno estádio do Giants assistindo a melhor banda do mundo de pertinho, no meio da galera. Me arrepio só de pensar.

In New York freedom looks like too many choices
In New York I found a friend to drown out the other voices
Voices on the cell phone
Voices from home
Voices of the hard sell

Voices down the stairwell
In New York, just got a place in New York

(trecho da música New York, do U2, álbum All That You Can`t Leave Behind)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

U2 aí vamos nós!!!!

Rattle and Rum, final de 88 / início de 99 (quando o Baêa foi bi-campeão brasileiro). Com cerca de 15 anos meu gosto musical ia se consolidando. Este álbum me fez descobrir realmente o U2. Não só pelo excelente repertório, na sua maioria de canções do The Joshua Tree, uma Obra-Prima do grupo, mas também pelo show disponível em fitas VHF para assistirmos aqualquer hora nos vídeo-cassetes da época. Sempre gostei das músicas mais melódicas. With or Without You, Bad e Where The Streets Have no Name são sensacionais. Esta última no VHF do Rattle (hoje já tenho o DVD, né?!) me arrepia toda vez que vejo. É FODA logo depois da introdução, que vem crescendo até que as luzes acendam e Bono começa a cantar "I want to run, I want to ride...".

Bons tempos...

Naquela época eu jamais imaginaria assistir um show dos caras ao vivo (bem... eu assiti ao U2 Cover da época, na antiga Kripton do Jardim dos Namorados - alguém lembra disso!?), pois eles virem a Salvador, e eu ainda conseguir dinheiro para ir, era uma combinação muito remota de acontecer. Então o tempo foi passando, novos álbuns surgindo, eu sempre acompanhando a carreira da banda. Os caras estiveram no Brasil em 1998 e 2000. O mais perto que cheguei foi da TV. Mas aí veio 2006, eu já casado, com filho e com (pouca) grana. Minha esposa curte tanto quanto eu e colocamos na cabeça: VAMOS. Nem fizemos conta (se a gente pensa muito, não faz é nada...). Fiquei 5 horas no telefone para conseguir os ingressos. Fomos eu, ela e os amigos Bob e Nicola, duas figuraças.

Chegamos a Sampa no dia do 2o show, direto pro Pacaembu pegar os tickets e de lá pro Morumbi. Enchemos a cara de Chopp num Shopping próximo e fomos para a pista. Ficamos bem na frente e esperamos tanto tempo até o início que a cachaça passou. No show de abertura do Franz Ferdinand (uma bosta, por sinal, preferia muito mais O Rappa!), Larissa sentiu-se mal e tivemos que ficar mais atrás. Fiquei chateado pois tava naquela onda de ficar na frente. Na 1a música do U2 corremos (Eu e Bob, pois Nick tinha dado um perdido) para perto do palco e ela ficou na arquibancada da parte de baixo. Não conseguimos ver nada, tamanha era a multidão aglomerada perto do palco. Na 2a música senti que algo estava faltando. Voltei. Encontrei-a meia triste (assim como eu) e disse, quase chorando: "O show não é completo sem você". A partir daí curtimos, nos emocionamos, gritamos, dançamos e até corremos (eu e Bob, na hora do Where The Streets Have no Name). Não foi ruim ficarmos mais longe, pois temos uma visão mais ampla do espetáculo de Som, Luz, Cor, Banda, Platéia. Impressionante, indescritível, inesquecível. Dormimos poucas horas na casa de D. Maria José, a simpatissíssima mãe de Nick Stronda que nos esperava de madrugada com várias guloseimas) e voltamos pro trampo. Modificados. Extasiados.

Saímos de lá com um pacto: Próximo show vamos assitir fora do Brasil (de preferência em Dublin ou no Canadá, onde temos um amigo morando). E vamos ficar perto da banda! Aí se iniciava a história da U2 EUA TRIP, que começa oficialmente 22/09/2009. Vamos falar disso nos próximos posts.

Vem com a gente!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Cozinhamando

Aqui será revelado
O teu dom de cozinhar
Deixando a receita guiar
Terás um prato recheado
De sabor

Pouca diferença fará
Ingrediente que vem primeiro
Mas saibas que em nosso tempero
Só não pode faltar
Amor

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

As Intermitências da Morte

Acabei de ler mais um livro de Saramago graças as minhas eventuais viagens de avião. Conclui em 2 tempos. Não é fácil ler parágrafos de 7 páginas numa linguagem não trivial após 1 dia de trabalho e um plantão noturno colocando 2 crianças para dormir. Hoje 4 anos e meio, uma. 10 meses, outra. As Intermitências da Morte é mais um livro de um realismo absurdo de personagens sem nome em um país qualquer, que começa nas 0h da virada de um ano quando a partir daí ninguém morreu. A morte faz greve. É morte assim mesmo, com m minúsculo. Para que enfeitar. E pronto. Impressionante como a mente brilhante e meio doida do escritor consegue tirar da cartola estórias inimagináveis para reles mortais. Lendo a contra-capa de seus livros é impossível prever como ele vai encher as páginas ali dentro com temas como "de um dia para outro todo mundo começou a ficar cego" ou "de hoje em diante ninguém morre". Voltando ao tema do post. Legal, vida eterna, você pode pensar. Eu disse ninguém morreu, mas continuando ficando velhos, doentes, se acidentando. Os hospitais lotam, as funerárias entram em crise financeira, mas se unem e temporariamente se salvam buscam o governo chegando a brilhante solução de impor o enterro de animais domésticos, as igrejas perdem sentido sem seu principal produto, já que a vida após a morte não existe sem a última. Ninguém mais quer comprar seu lugarzinho no céu. Mas no país vizinho a morte continua trabalhando. Assim uma família humildo deu cabo a um marimbondo que já não mais queria estar entre nós, mas era forçado. Então surge uma maphia, com ph, que começa a contrabandear quase-mortos que vão falecer na fronteira. Cria-se o caos. Até que ela, a morte, resolve voltar num dia qualquer a partir daí emitindo aviso prévio, dando um tempo para as derradeiras providências. Passa a mandar bilhetes cor violeta para a casa dos infortunados. Eu não gostaria de receber um desse. Muitos despirocam na sua semana final. Sobre este ultimo termo chulo que usei tentei pensar em outro, mas nenhum se encaixou tão bem. Podía ter colocado aspas, mas não sei se mago - fiquei intimo - o faria. Deixa assim, baianês. Ninguém sabe como os bilhetes são postados, mas eles sempre chegam, como num passe de mágica. A policia então inicia uma caça à morte, calculando com base em estudos científicos que é uma mulher com cerca de 36 anos. Até que um dos bilhetados, um violoncelista mediano, passada sua 1 semana, continua vivo. Mas como. Resolver isso vira a tal ponto uma obscessão para a morte que ela deixa sua amiga foice encarregada do envio dos bilhetes enquanto personifica-se em mulher exatamente como imaginada e vai ao encontro do seu alvo. A gente se vê torcendo para a morte, ja imaginou, querendo que tudo volte ao normal. Que todos tenham de volta seu direito de passar dessa para melhor, assim esperamos. Piração. História interessantíssima e intrigante. Recomendo. José tem um dom incrível de reduzir o ser humano à categoria quase animal e faz a gente perceber e valorizar pequenas coisas. Eles nos puxa pra baixo mas, engraçado, concluímos a leitura pensando pra cima. Se você ainda não Saramagueou, outra palavra que acabo de inventar, mas pelo menos conseguiu chegar ao final desse post sem a sensação que precisa reler tudo para entender melhor, ou pior, entender algo, parabéns, está preparado para começar a desevendar o autor. Longe de mim querer chegar perto do mestre, mas bem que tentei nestas mal traçadas linhas dar uma pífia (esta também nem sei onde fui buscar) idéia do seu estilo literário. Mas vou avisando, não esmoreça. Talvez sintas vontade de parar, fazer greve assim como a morte. Tenha fé que no final tudo voltará a seu lugar. Ou não. Tratando-se de Saramago, nunca se sabe.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Essa roupa não é minha

"devemos assumir cargos nos preparando para a saída. Devemos aceitá-los sempre imaginando-os como roupas feitas para pessoas maiores do que nós, e prepararmo-nos para, a qualquer momento, quando da chegada do seu dono, retirá-las sem sentir a sensação de que estamos despidos. Afinal, aquela roupa não nos pertence e coube-nos vesti-la somente durante determinado tempo."

Coronel Almerindo Rehem, meu avô, que não tive a fecilidade de conhecer. Mas tenho a honra de pertencer à sua linhagem.

Trecho extraído do Blog da Família Rehem

sábado, 6 de junho de 2009

Te Sinto Falta

Acordei
Me virei
Nao te vi
Ao meu lado

Tão longe
Para me dar conta do quanto
Voce me falta
Me completa
Me desperta
Me alegra
Me ilumina
Me encontra
Na esquina

Sem você
Nada fui, sou, serei
Te amo pelo que és
Pelo que sentes
Pelos filhos que me destes
Pela vida que me oferece
Pelo colo que me afaga

Te amo
Isso é tudo

Escrita de supetão às 3:3o da madruga, em San Francisco - California, sem nenhuma revisão.